Allan Watts - "E se o dinheiro não fosse um problema?"
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O Mistério da Sincronicidade
Atendendo a pedidos, seguem abaixo trechos exttraídos o livro de Stanislav Grof - "Quando o Impossível Acontece" - Editora Heresis, 2007. Primeira parte - O Mistério da Sincronicidade - páginas 31 a 34
"(...) O cientista responsável por dirigir a atenção dos círculos acadêmicos para o problema de coincidências significativas que desafiam uma explicação racional foi o psiquiatra suíço C.G. Jung. Consciente do fato de que a crença inabalável no determinismo rígido representava o marco da visão científica ocidental, ele hesitou por mais de vinte anos, antes de tornar pública a sua descoberta. Esperando forte descrença e duras críticas de seus colegas, ele quis garantir que poderia apoiar suas asserções hereges com centenas de exemplos. Então, ele finalmente descreveu suas observações revolucionárias em seu famoso ensaio com o título de: "Sincronicidade: um princípio de conexão acausal"(...).
(...) Jung também relatou uma história divertida contada pelo famoso astrônomo francês Flammarion, sobre um certo monsieur Deschamps e um tipo especial de ameixa. Quando menino, Deschamps recebeu uma porção desse pudim raro de um monsieur de Fontgibu. Durante os dez anos seguintes, ele não teve oportunidade de provar aquela delícia, até ver o mesmo pudim no cardápio de um restaurante de Paris. Ao pedir uma porção do pudim ao garçom, teve o desprazer de descobrir que o último pedaço já fora pedido e consumido por monsieur de Fontgibu, que estava no mesmo restaurante naquele momento.Muitos anos depois, monsieur Deschamps foi convidado para uma festa onde este pudim era servido como sobremesa. Enquanto o comia, ele comentou que a única coisa que faltava era monsieur de Fontgibu, que lhe revelara esta delícia e também estivera presente durante seu segundo encontro com o pudim, no restaurante em Paris. Naquele momento, a campainha tocou e um senhor idoso entrou, parecendo muito confuso. Era monsieur de Fongibu, que entrara ali, por engano, porque recebera o endereó errado para o lugar aonde deveria ir.(...)"
"(...) As observações de Jung acrescentaram outra dimensão incrível a este fenômeno já espantoso. Ele descreveu numerosos exemplos do que chamou de `sincronicidade` - coincidências impressionantes, nas quais diversos eventos da realidade consensual estavam ligados de modo significativo com experiências internas, como sonhos ou visões. Ele definiu sincronicidade como "uma ocorrência simultânea de um estado psicológico com um ou mais eventos externos que parecem ser paralelos significativos do estado subjetivo momentâneo". Situações desta espécie mostram que nossa psique pode entrar em uma interação dinâmica com o que parece ser o mundo da matéria. O fato de que algo assim é possível realmente turva os limites entre a realidade subjetiva e objetiva(...)".
"(...) As observações de sincronicidade tiveram um impacto profundo sobre o pensamento e o trabalho de Jung, partticularmente sobre suas idéias envolvendo os arquétipos, imagens primordiais e princípios organizadores do inconsciente coletivo. A descoberta dos arquétipos e de seu papel na psique humana representou a contribuição mais importante de Jung para a psicologia (...)."
"(...) A existência de eventos sincrônicos fez com que Jung percebesse que os arquétipos transcendiam tanto a psique quanto o mundo material, e que eram padrões autônomos de significado, que informavam tanto a psique quanto a matéria. Ele viu que os arquétipos ofereciam uma ponte entre o interno e o externo e sugeriu a existência de uma zona limítrofe entre a matéria e a consciência. Por esta razão, Jung começou a referir-se à qualidade `psicóide` (tipo-psique) dos arquétipos (...)".
Alcoolismo e Drogadicao
"O Pagamento Final" (Carlito´s Way), com Al Pacino e Sean Penn. Al Pacino é um traficante recém-saído da prisão, em busca de redenção e de abandonar o mundo do crime.
Ele continua envolvido nas mesmas relações que o levaram para dentro da prisão. Será que ele consegue?
"Existem amplas evidências de que por trás do desejo por drogas ou álcool há um desejo, não reconhecido, de transcendência e totalidade. Muitas pessoas em recuperação falam de suas incansáveis buscas por algum elemento ou dimensão que está faltando em suas vidas e descrevem suas procuras frustradas por substâncias, alimentos, relacionamentos, posses ou poder, o que reflete um esforço incansável para saciar esse desejo (Grof, 1993).
A convivência humana não é fácil. As diferenças individuais nem sempre são bem compreendidas, o discurso verbal e a expressão pessoal são coisas altamente valorizadas, mas nem todos se expressam do mesmo modo, ou são recompensados igualmente. Além disso, os problemas cotidianos exercem tanta pressão sobre uma pessoa, que as drogas ou comportamentos repetitivos podem representar uma fuga, ou mais precisamente, um modo próprio de enfrentamento da realidade, tendo em vista os dilemas de difícil ou nenhuma solução, a que cada pessoa está sujeita.
Se considerarmos que existe um único modo de ser e de se relacionar com o mundo, e que tal modo é o modo "correto" e os outros são apenas desvios em relação a este único modo "normal", somos constantemente apresentados a desafios praticamente intransponíveis .
A experiência de alguém que está sob efeito do álcool ou de uma droga pesada, pode ser muito parecida com aquilo ao que um místico tem acesso: sensação de dissolução das fronteiras individuais, o fim de emoções perturbadoras e a superação dos problemas cotidianos. As semelhanças param por aí, pois faltam outras características que apenas os estados místicos de consciência possuem, tais como serenidade, numinosidade e riqueza de insights filosóficos (Grof, 2000).
Talvez seja por isso que existe uma grande dificuldade em abandonar qualquer vício ou dependência, pois o que move todos esses comportamentos é uma verdadeira ânsia e desejo, de transcendência e de união, com a totalidade. Ainda que seja possível bloquear um comportamento ligado a um vício ilícito, a sua fonte sempre estará presente, de algum modo.
O sentido e a direção dos comportamentos de dependência são os elementos ou dimensões que estão ausentes na existência daqueles indivíduos - que está na base da sensação de sentir-se conectado à vida e às pessoas.
Não é difícil encontrar um ex-dependente que se converteu para alguma religião, ou filiou-se a algum grupo especial e deixou de ser um adicto, muito embora o novo comportamento tenha substituído a substância, pois a intensidade e o vínculo aos novos valores, ajudam a manter a pessoa afastada das drogas. Uma investigação mais cuidadosa pode mostrar que a entrada do indivíduo no referido grupo promove os tipos de experiências místicas e de totalidade tanto almejadas por ele.
Uma alternativa pouco válida para interromper ou impedir o uso de drogas são as crenças e valores negativos ao redor dessas substâncias, como se tal atitude realmente afastasse os possíveis e atuais usuários das mesmas. Frases como "drogas matam" ou "álcool corrói vidas" podem inibir algumas pessoas, por pouco tempo. Mas existem fatores sociais muito mais poderosos e atraentes que facilitam a aproximação dos indivíduos em relação ao álcool, tais como os grupos sociais e familiares.
Uma possível solução é a educação que tenha em vista os valores necessários a uma existência plena, e que propicie experiências de conexão e valorização da existência, e das relações dos indivíduos com o mundo.
Também considero fundamental compreender que a consciência humana é capaz de acessar e de se conectar com vários níveis ou estados da realidade. É isso o que ocorre quando alguém ingere ou utiliza algum tipo de substância ou droga que altera o funcionamento da mente.
Patologizar os outros estados de consciência, e considerar que existe apenas um único modo legítimo de percepção da realidade, o nível cotidiano de vigília, é extremamente limitado e agressivo. Existem outros modos de consciência, diferentes do estado de vigília, que são saudáveis, trazem qualidade de vida à existência, e permitem transformar estratégias de vida, para uma vida mais plena de significado.
Tendo em vista o avanço tecnológico atual, é possível comprovar a existência de diversos estados de consciência, a partir de exames em tempo real do cérebro, em pessoas meditando, lendo livros, imaginando uma situação concreta, ou outra coisa semelhante.
Pode ocorrer que uma experiência de embriaguez, ou de uso de drogas traga uma ameaça à vida tão grande, que a pessoa "desperte" para o fato de que ela ia morrer naquele momento, e suspenda o uso por um certo período de tempo. Mas se não acontecer um esforço pessoal e consciente de mudança de hábitos e de relacionamentos, afastando-se de vínculos que promovem o vício ou a dependência, e aproximando-se de situações que levam à totalidade e à plenitude - o comportamento da dependência tende a continuar.
Segundo Carl G. Jung, o termo spiritus em latim cobre dois significados: álcool e espírito. Ele sintetizou seus conceitos sobre vícios na frase "spiritum contra spiritum", explicando que apenas uma experiência espiritual* pode salvar pessoas da devastação do álcool.
*O termo "espiritual" refere-se à sensação e compreensão de estarmos conectados à existência e ao mundo, como um todo. Essa sensação e compreensão ocorre antes de qualquer pensamento ou racionalização. A espiritualidade não se baseia na participação em nenhum tipo de religião ou seita, muito menos na crença em mundos e seres superiores ou de outras dimensões. A espiritualidade é independente da formação familiar e acadêmica do indivíduo, ainda que tais fatores possam exercer influências sobre a sua visão de mundo. Ela depende das crenças, valores, das experiências vividas e do modo de relação que a pessoa estabelece a todo momento, com a existência, com si mesma e com o outro.
Quer saber mais? Veja também:
Desordens Emocionais e Psicossomáticas - item "Alcoolismo" neste blog
Referências:
Grof, Stanislav, 1931 - Psicologia do Futuro, lições das pesquisas modernas da consciência - Niterói, RJ:Heresis 2000
Grof Transpersonal Training (GTT)- Módulo "Vicios e Apegos", ministrado por Tav Sparks em 2009, em Cotia/SP - Brasil.
STANISLAV GROF EM SÃO PAULO - 2000
Olhar Transpessoal - Filme Numero 9 (The Nines)
Número 9 (The Nines, 2007)
Diretor: John August
Roteiro: John August
Elenco: Ryan Reynolds, Melissa McCarthy, Hope Davis, Elle Fanning, Dahlia Salem, Ben Falcone, Octavia Spencer
Assisti a este longa metragem na TV aberta, de madrugada, totalmente sem compromisso e a menor idéia do que ia presenciar. Não se trata de um sucesso de bilheteria, talvez justamente por parecer confuso e sem sentido, se analisado sob uma pespectiva tradicional.
No filme, somos apresentados a três histórias: Na primeira, Ryan Reinolds é um ator problemático, metido com drogas e álcool, que acaba penalizado com a prisão domiciliar. Nesse período, encontra pistas e suspeitas que sempre levam-no ao número nove, de um modo bastante intrigante. Há duas mulheres na trama, sendo uma assistente (Melissa MC Carthy) e uma vizinha (Hope Davis). Ambas tentam mostrar a ele quem ele realmente é, e o que é o mundo, na verdade. Tudo é meio confuso, e pouco esclarecedor. A vizinha (Melissa Mc Carthy) lhe diz: "Vou tirar-lhe daqui, vou dar um jeito", enquanto a assistente (Hope Davis) lhe diz que ele não é quem pensa ser, extrapolando a sua identidade de ator e homem comum, explicando um possível significado para o "número nove". Chega-se a um clímax, e a trama inicial termina bruscamente, quando ele rompe um limite inicialmente imposto sobre ele.
Descrevi de maneira pouco detalhada, pois acho importante que você possa assistir ao filme, e se prenda a ele, mesmo após ler esse texto. Enquanto assistia ao filme, pude fazer uma leitura do ponto de vista da Psicologia Transpessoal, relacionada ao conceito de COEX da dependência, e do espectro da consciência. A meu ver, é justamente disso que se trata o filme: da ampliação da consciência a respeito da relação de dependência, em direção a uma independência. Esse processo inevitavelmente inclui a consciência de si mesmo e consciência da realidade. A cada história, vemos a personagem principal de Ryan Reinolds expandir a sua consciência, através do encontro com novas situações e condições, e principalmente, através da relação de inter-dependência com as duas mulheres que estão sempre presentes.
Na segunda história, Ryan continua no mesmo ambiente do "showbizz", lidando com atores, diretores e produtores, mas agora ele tem mais poder - conversa com a produtora que está interessada em seu roteiro, sugere atores e atrizes para viverem os personagens, classifica a audiência do seu programa em nove tipos (mais uma pista sobre a natureza do número nove na trama...), e percebemos que as pistas encontradas na história anterior são fragmentos de um todo mais complexo, relacionado com o universo de produção, direção e contatos profissionais, que servem para a realização de um projeto pessoal. Surge também uma nova personagem, uma menina que faz o papel de filha, dentro do roteiro escrito pela personagem de Ryan.
Finalmente, a última trama concentra elementos comuns das duas anteriores. A situação apresentada, agora é distinta, mas, da mesma forma o número nove está presente. Dessa vez o nove tem um significado bem mais complexo do que antes, indicando a definição de um ser com características divinas, de uma força que move toda uma realidade, e continuamente cria um grande jogo envolvendo outros seres, que são as duas mulheres e a criança. O modo de dependência também se apresenta aqui, em um nível mais expandido.
O personagem principal encontra-se em dois lugares simultaneamente: dentro de um filme e no mundo real, uma característica da ampliação da consciência. Ryan Reinolds, dessa vez, é um pai de família que se perde dentro de um parque florestal com a sua esposa e filha (Melissa Mc Carthy e Elle Fanning), e no meio do caminho encontra a personagem de Hope Davis, que no começo do filme havia lhe dito que iria tirá-lo dessa situação, e tenta novamente fazê-lo num nível aparentemente transcendental. A personagem de Ryan fica frente a um dilema que o obriga a realizar escolhas, as quais sempre chegam a outros níveis e tramas, em função da relação de interdependência existente entre todos os personagens.
Do ponto de vista pessoal, o filme trata do tema da dependência. A personagem principal é um dependente afetivo, assim como o são as duas mulheres e a menina, em relação a este. O que varia é a intensidade e a abrangência, desse tipo de comportamento de dependência.
O final do filme revela uma última reviravolta na trama. O desfecho da história também serve aos propósitos "hollywoodianos" de tentar agradar ao público no final, e mostrar um final feliz.
Por fim, é importante dizer que nem todas as experiências seguem o padrão ou a linha perinatal, o que também é o caso desse filme. A relação estabelecida foi com o sistema de experiências condensadas (COEX), que também é a base das Matrizes Perinatais, mas que no caso deste filme, não se aproxima do domínio perinatal.
Roteiro: John August
Elenco: Ryan Reynolds, Melissa McCarthy, Hope Davis, Elle Fanning, Dahlia Salem, Ben Falcone, Octavia Spencer
Assisti a este longa metragem na TV aberta, de madrugada, totalmente sem compromisso e a menor idéia do que ia presenciar. Não se trata de um sucesso de bilheteria, talvez justamente por parecer confuso e sem sentido, se analisado sob uma pespectiva tradicional.
No filme, somos apresentados a três histórias: Na primeira, Ryan Reinolds é um ator problemático, metido com drogas e álcool, que acaba penalizado com a prisão domiciliar. Nesse período, encontra pistas e suspeitas que sempre levam-no ao número nove, de um modo bastante intrigante. Há duas mulheres na trama, sendo uma assistente (Melissa MC Carthy) e uma vizinha (Hope Davis). Ambas tentam mostrar a ele quem ele realmente é, e o que é o mundo, na verdade. Tudo é meio confuso, e pouco esclarecedor. A vizinha (Melissa Mc Carthy) lhe diz: "Vou tirar-lhe daqui, vou dar um jeito", enquanto a assistente (Hope Davis) lhe diz que ele não é quem pensa ser, extrapolando a sua identidade de ator e homem comum, explicando um possível significado para o "número nove". Chega-se a um clímax, e a trama inicial termina bruscamente, quando ele rompe um limite inicialmente imposto sobre ele.
Descrevi de maneira pouco detalhada, pois acho importante que você possa assistir ao filme, e se prenda a ele, mesmo após ler esse texto. Enquanto assistia ao filme, pude fazer uma leitura do ponto de vista da Psicologia Transpessoal, relacionada ao conceito de COEX da dependência, e do espectro da consciência. A meu ver, é justamente disso que se trata o filme: da ampliação da consciência a respeito da relação de dependência, em direção a uma independência. Esse processo inevitavelmente inclui a consciência de si mesmo e consciência da realidade. A cada história, vemos a personagem principal de Ryan Reinolds expandir a sua consciência, através do encontro com novas situações e condições, e principalmente, através da relação de inter-dependência com as duas mulheres que estão sempre presentes.
Na segunda história, Ryan continua no mesmo ambiente do "showbizz", lidando com atores, diretores e produtores, mas agora ele tem mais poder - conversa com a produtora que está interessada em seu roteiro, sugere atores e atrizes para viverem os personagens, classifica a audiência do seu programa em nove tipos (mais uma pista sobre a natureza do número nove na trama...), e percebemos que as pistas encontradas na história anterior são fragmentos de um todo mais complexo, relacionado com o universo de produção, direção e contatos profissionais, que servem para a realização de um projeto pessoal. Surge também uma nova personagem, uma menina que faz o papel de filha, dentro do roteiro escrito pela personagem de Ryan.
Finalmente, a última trama concentra elementos comuns das duas anteriores. A situação apresentada, agora é distinta, mas, da mesma forma o número nove está presente. Dessa vez o nove tem um significado bem mais complexo do que antes, indicando a definição de um ser com características divinas, de uma força que move toda uma realidade, e continuamente cria um grande jogo envolvendo outros seres, que são as duas mulheres e a criança. O modo de dependência também se apresenta aqui, em um nível mais expandido.
O personagem principal encontra-se em dois lugares simultaneamente: dentro de um filme e no mundo real, uma característica da ampliação da consciência. Ryan Reinolds, dessa vez, é um pai de família que se perde dentro de um parque florestal com a sua esposa e filha (Melissa Mc Carthy e Elle Fanning), e no meio do caminho encontra a personagem de Hope Davis, que no começo do filme havia lhe dito que iria tirá-lo dessa situação, e tenta novamente fazê-lo num nível aparentemente transcendental. A personagem de Ryan fica frente a um dilema que o obriga a realizar escolhas, as quais sempre chegam a outros níveis e tramas, em função da relação de interdependência existente entre todos os personagens.
Do ponto de vista pessoal, o filme trata do tema da dependência. A personagem principal é um dependente afetivo, assim como o são as duas mulheres e a menina, em relação a este. O que varia é a intensidade e a abrangência, desse tipo de comportamento de dependência.
O final do filme revela uma última reviravolta na trama. O desfecho da história também serve aos propósitos "hollywoodianos" de tentar agradar ao público no final, e mostrar um final feliz.
Por fim, é importante dizer que nem todas as experiências seguem o padrão ou a linha perinatal, o que também é o caso desse filme. A relação estabelecida foi com o sistema de experiências condensadas (COEX), que também é a base das Matrizes Perinatais, mas que no caso deste filme, não se aproxima do domínio perinatal.
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