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Biotipologia Aplicada à Transpessoal

A partir do estudo da Transpessoalidade, fui me aproximando de disciplinas que compreendem o Humano em sua inteireza, bio-psiquica-social-sagrada.

Cheguei até a Biotipologia, uma metodologia que é uma abertura na compreensão integral e holística.

Ao olhar a constituição pessoal, ela se ocupa de cuidar do indivíduo e vai além dos sintomas ou doenças.

Quando olhamos para os sintomas, estamos concentrados na ponta final do fenômeno. Focar na constituição como princípio organizador da saúde física e mental, incluímos o indivíduo na equação.

A compreensão da Biotipologia traz para o indivíduo vários resultados:

1 -  Amplia e refina a noção de Identidade (Quem sou , De onde venho, Para onde vou, De qual grupo faço parte)

- A Identidade constitui a responsabilidade e a escolha de hábitos e grupos, com os quais cada pessoa se identifica.

- O cuidador ou terapeuta que utiliza a Biotipologia, ao inclui-la em seu método pessoal, torna-se mais "preciso" - ou seja, é capaz de entender melhor os seus pacientes e adquire uma compreensão íntima das experiências de equilíbrio ou desequilíbrio, que cada pessoa vive.

A Biotipologia pode servir como referência de grupo e refinar a noção de Identidade.

Atualmente uma pessoa se identifica com a sua família, que tem base na noção de povo ou cultura - Oriental, Ocidental, Européia, Africana, Americana, Latina, e assim por diante.

Dentro de cada grupo, é natural a existência de diferenças individuais, que nem sempre são respeitadas e compreendidas.

Na Biotipologia existem quatro grupos:
Água ou Renal;
Madeira ou Hepático;
Fogo ou Sanguíneo, e
Metal ou Pulmonar.

É muito mais preciso o conceito de biotipo, uma vez que requer prática e pesquisa clínica, os resultados são extremamente positivos e duradouros.

Ao se identificar o grupo do qual o indivíduo faz parte, torna-se possível pensarmos em Longevidade e Equilíbrio, levando a sociedade a um estado de bem estar elevado e pleno.

Isso traz resultados inusitados e de mudança nos conceitos de saúde pública, de planos de saúde, acompanhamento médico, psiquiátrico e psicológico.

Também observa-se uma enorme mudança nos conceitos de vício e uso de drogas. Uma vez que se conhece alimentos e ingredientes que conduzem ao equilíbrio, abandonamos a ideia de vício, que se traduz em consumir substâncias que levam ao desequilíbrio, e que não trazem satisfação nem plenitude.